quinta-feira, 16 de junho de 2011

SER CHIQUE SEMPRE !

"Amados, se o coração não nos acusar, temos confiança diante de Deus; e aquilo que pedimos dele recebemos, porque guardamos os seus mandamentos e fazemos diante dele o que lhe é agradável". 1João 3:21,22

Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.

A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.

Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro Italiano.

O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.

Chique mesmo é quem fala baixo.

Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.

Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.

Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.

É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.

Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador.

É lembrar-se do aniversário dos amigos.

Chique mesmo é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.

Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor.

É "desligar o radar", “o telefone”, quando estiver sentado à mesa do restaurante, prestar verdadeira atenção a sua companhia.

Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.

Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!

Chique do chique é não se iludir com "trocentas" plásticas do físico... quando se pretende corrigir o caráter: não há plástica que salve grosseria, incompetência, mentira, fraude, agressão, intolerância, ateísmo...falsidade.

Mas, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos terminar da mesma maneira, mortos sem levar nada material deste mundo.

Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem, que não seja correta.

Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!

Porque, no final das contas, chique mesmo é crer em Deus!

Investir em conhecimento pode nos tornar “sábios”...mas, Amor e Fé nos tornam humanos!

Glória Kalil

Quando alguns aprenderem que um guarda chuva pode proteger mais que um, menos pessoas

quinta-feira, 26 de maio de 2011

‎"Se o seu irmão pecar contra você, vá e mostre-lhe o seu erro. Mas faça isso em particular, só entre vocês dois. Se essa pessoa ouvir o seu conselho, então você ganhou de volta o seu irmão. Se, porém, não te ouvir, toma ainda contigo uma ou duas pessoas, para que, pelo depoimento de duas ou três testemunhas, toda palavra se estabeleça. E, se ele não os atender, dize-o à igreja; e, se recusar ouvir também a igreja, considera-o como gentio e publicano".
Mateus 18:15-17

Este texto tem estado comigo há muitos dias, por ser um norte em minha vida. Sempre que eu tenho algo contra uma pessoa eu peço uma conversa e sou muito sincera. Não escondo o que penso.
Procuro sempre liberar o perdão e com isso minha alma fica leve. A isso, sim, chamo SANTIDADE.

Entao pense bem, não confie sua vida, sua alma, sua amizade, sua casa, ou compartilhe sua vida, a ACUMULADORES EMOCIONAIS.
ACUMULADORES EMOCIONAIS são pessoas que guardam mágoas, não são transparentes, que não sentam para conversar, que não mostram sua cara em nenhum momento (mas agem por detrás) e provocam as crises e ficam na moita como se nada tivesse acontecido.
Ou então estouram provocando crises sem limites e irreversíveis. Pior ainda, não confie em quem planeja e arquiteta o mal e fica esperando uma oportunidade para sabotar seus sonhos e desfrutar do que voce plantou, e pior ainda, não lhe procuram para pedir perdão.
Fique atento, a aliança faz de voce um cúmplice da sabotagem de sua própria vida
.
(Por Pastora Sandra Botelho)

sábado, 14 de maio de 2011

Sal

Jesus é radical.
Jesus é o agente de mudança definitiva.
Jesus é o ponto final.
Jesus Perturba as relações ,aquele que não deixar pai, mãe, mulher, por amor de mim, não é digno de mim
Jesus não vai fazer tudo de bom.
Jesus irá nos confrontar, primeiro conosco mesmos, depois com familia, amigos, sociedade, trabalho...
VOCÊ ESTÁ PRONTO ?

A verdade é sempre Seu padrão.

Sim, Jesus é radical. E Ele nos chama a ser radicais por ele.
Eu tenho me colocado no fogo em alguma coisa para ele hoje?
POIS PARA ELE VALE A PENA ENTRAR NO FOGO
Tenho desafiado algo para Ele hoje?

"Eu vim para iniciar um incêndio nesta terra!
Eu vim para mudar tudo, transformar tudo!
Acha que eu vim para acalmar as coisas e fazer tudo de bom?
Não é assim. Eu vim para perturbar e confrontar!
De agora em diante, quando você encontrar cinco numa casa, será-Três contra dois,e duas contra três;
Pai contra filho e o filho contra o pai;
A mãe contra a filha, e filha contra a mãe;
Jesus (Lucas 12)
Não pense que vim para faciclitar as coisas,
E para ter vida é necessario morrer, matar o velho homem e a velha mulher.
Não vim para chamar os meus para fazerem joguinhos de politicagem, eu vim para confrontar o pecado, o erro, a prostituição, o adultério, os vicios, a mentira, a falsidade....
Vocè está disposto a perder por minha causa? Por amor de mim?
Está pronto para as portas das festinha, dos points, dos grupinhos se fecharem para você, por conta do seu seu amor por MIM e por minha VERDADE?
(By Missionária Distrital Vera Araujo Rosa)

domingo, 26 de dezembro de 2010

Cristo Crucificado!!

"…E que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos céus." Colossenses 1.20

Muitos querem um evangelho sem cruz; muitos dizem, mesmo, que seria ótimo se o evangelho não tivesse dificuldades, se não exigisse tantos compromissos e sacrifícios. Muitos preferem um evangelho de facilidades, um evangelho sem conflitos.

Satanás ofereceu a Jesus Cristo uma vitória sem cruz, uma conquista sem morte, uma coroa sem Calvário, porque o Tentador tudo fará para que a pregação do Cristo crucificado não aconteça!

E não há quem ande pregando que aceitando alguém o evangelho, tudo se torna fácil? O dinheiro vem fácil, a fama vem fácil, as coisas acontecem com facilidade. É a idolatria do sucesso, o realce nos valores materiais da vida. E isso tem nome: secularismo. "Todos virão servi-lo", disse Satanás. "Todos estarão às suas ordens", diz o evangelho do Cristo desfigurado. E é nessa hora que Jesus Cristo responde: "Qual é maior, quem está à mesa, ou quem serve? porventura não é quem está à mesa?

Não há atalhos para a vida espiritual e sua vitória. Jesus não veio fazer concessões ao Inimigo-de-nossas-almas, e por isso, só tem autoridade sobre Satanás quem decide permanecer com Jesus na cruz.

Paulo pergunta, "Onde está o sábio? Onde o escriba? Onde o questionador deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? Visto como na sabedoria de Deus o mundo pela sua sabedoria não conheceu a Deus, aprouve a Deus salvar pela loucura da pregação aos que crêem"

Pregar a Cristo crucificado é estar envolvido com Ele !

A igreja que se centraliza no Cristo crucificado só pode ser uma igreja missionária. Levar a cruz a sério significa levar o mundo também a sério, e, igualmente, o nosso próximo por quem Jesus morreu. E deste modo, o Cristo crucificado, objeto e centro da nossa pregação vai trazer uma nova orientação, e novas motivações, e novas disposições, e novas atitudes, e novos horizontes, e novos alvos para nossa vida. Pregando a Cristo crucificado, anunciamos a reconciliação de todas as coisas com Deus porque em Cristo tudo é resolvido pelo Pai (cf. Cl 1.20).

sábado, 4 de dezembro de 2010

BULLYING NA IGREJA !!

Bullying! Na “igreja”, não!

Você já recebeu apelidos? Já “zoaram” com você? Já foi vítima de fofocas, humilhação? E você, já apelidou alguém? É! Caros irmãos, provavelmente já foram vítimas de Bullying e também vitimaram alguém. Vejamos o texto a seguir: “Vendo, pois, seus irmãos que seu pai o amava mais..., odiaram-no, e não podiam falar com ele pacificamente... seus irmãos, pois, o invejavam... tiraram dele sua túnica... e lançaram-no na cova... e o venderam...”, (Gn 37). Sim, estou falando do jovem José, em sua amarga vivênca, e esta, tipifica um grande exemplo de bullying na Bíblia, pois, por meio da inveja e ódio de seus irmãos, o violentaram psicologicamente, através da humilhação, roubando dele muitos direitos. Bem! Mas neste caso ele conseguiu suplantar os efeitos do bullying, pois estava na presença de Deus, e sua história virou sucesso!
Bullying é um termo inglês com várias conotações, entre elas: atormentar, apelidar, perseguir, humilhar, fofocar, desprezar..., ou seja, é um conjunto de comportamentos “agressivos” intencionais e repetitivos que ridiculariza o outro, causando-lhe sofrimento de dor. Descrito por atos de violência física e/ou psicológica, realizados por um ou mais bully (agressor/ valentão). Estes atos podem ocorrer em qualquer lugar (inclusive pela net, chamado: Cyber Bullying – ex: comunidades falando mal de alguém), e ultimamente tem sido muito divulgado na mídia, devido seus episódios em escolas, demonstrando as trágicas conseqüências, como os danos psíquicos nas vítimas, especialmente em adolescentes. E quando tais traumas não ficam bem resolvidos, poderá repercutir em uma vida angustiada, estressada, com baixa auto-estima, de auto-flagelo, podendo desencadear uma severa depressão, e até um suicídio. É muito sério!
Infelizmente as “igrejas” estão repletas de bully’s, que vivem fazendo brincadeiras sem graça, maldosas, desrespeitosas, que tem deixado irmãos tristes; e sem falar nas fofocas, no apontar de dedos, trazendo constrangimentos. Até podemos citar em João 8 o caso da mulher adúltera, em que os escribas e fariseus humilharam-na, “apontado o dedo”, querendo apedreja-la; mas como sabemos, Jesus desaprovou a atitude desses bully’s. E é certo que Ele abomina qualquer comportamento que leve seus filhos ao ridículo, que os deixe tristes, pois somos a “meninas de olhos de Deus”.
O cristão precisa aprender que alguns comportamentos devem estar enterrados com o “velho homem”, deixando aflorar o “santo” da nova criatura (II Co 5:17). Por isso tomemos cuidado com o excesso de “brincadeiras”, sempre prestando atenção se não estamos magoando nosso próximo com tais.
É preciso também ensinar as crianças/ adolescentes desde cedo a respeitar os demais, suas diferenças, gostos. Pois o que se vê, muitas vezes no meio cristão, são filhos (até os bem pequeninos) reproduzindo “bricadeirinhas do mal” dirigidas a irmãos, como: “hum, parece uma gazelinha”, “olha o orelhudo”, e aí vai... gordo, magrelo, dentuço, careca... Tudo vira motivo de gozação e, em resposta, risos e piadinhas, ou seja, o “ponto fraco” da pessoa é ressaltado na frente de todos; e isso é considerado bullying. “Ensina o teu filho no caminho em que deve andar e quando crescer não se desviará dele”, (Pv 22:6).
O bullying, o desprezo, a indiferença, a fofoca, a exclusão, a ridicularização, o preconceito, a humilhação, as piadinhas... tenha o nome que for, nada mais é que a ausência de amor.
Por isso, ao compreender um pouco sobre essa “violência”, possamos fazer como Jesus fez na história da mulher adúltera. Defender quem sofre desse mal, indo contra todos que o praticam, e deixar os Princípios de Deus reinar em nossas vidas, como bons despenseiros de Sua Palavra (I Co 4:1; I Pe 4:10), que carregam em seus lábios palavras que edificam, (Ef 4:29-32).
Autor: Marcos: transcendencia

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Não Seja Inútil na Batalha – Martyn Lloyd-Jones

Não Seja Inútil na Batalha – Martyn Lloyd-Jones



Muitos de nós simplesmente seguem uma rotina, sem pensar, sem inteligência. Soa estranho dizer isso num período como este na história da Igreja Cristã, mas na Igreja há muitos que não têm idéia da razão pela qual estão ali, exceto pelo fato de que foram habituados a freqüentar os cultos. Não fosse isso, não estariam ali. Nunca pensaram nessas coisas o bastante para romper o hábito; seguem uma rotina. Há pessoas que não pensam, pessoas sem entendimento, que não têm a mínima idéia do conflito espiritual, não têm a mínima idéia da crucial importância da Igreja Cristã numa hora como esta. Seguem o mesmo itinerário e fazem a mesmíssima coisa domingo após domingo, simplesmente como parte da rotina da vida. Entretanto lhes falta entendimento. E esse o tipo da coisa que o apóstolo tem em mente. Tais cristãos, é claro, já estão derrotados; são inúteis na batalha. Não têm valor nenhum no exército. Os cristãos ativos têm que carregá-los porque eles não conseguem mover-se; não estão prontos para alguma súbita mudança de tática. Eles são passageiros que temos que levar, e sempre são um grande empecilho para um exército. Eles têm sido um grande problema em toda a história das guerras.

Por outro lado, há também muitos que vivem em função das suas próprias atividades e que não têm ciência de que há um conflito espiritual. Para eles, o cristianismo é o que eles fazem. Isso faz parte do perigo de amoldar-se a um tipo. E triste ver pessoas que recentemente entraram na vida cristã dentro de um curto período de tempo repetindo frases e chavões. Não têm idéia do que significam; estão apenas imitando os outros; estão pegando o linguajar, as expressões e as atividades. E isso continua indefinidamente. Pode-se perceber que elas não estão vivamente conscientes da verdadeira situação.

Permitam-me admitir com sinceridade que estas exigências estritas se aplicam a todas as partes da Igreja, tanto aos pregadores como aos membros e freqüentadores. Não há nada que eu saiba que seja tão completamente oposto ao que o apóstolo está ensinando aqui como o pregador profissional, o homem que adota certo maneirismo e certo tom de voz, o chamado tom de voz clerical, e todas as outras características da"veste" sacral. O profissional no púlpito é uma grande maldição. Esse homem está realmente combatendo a favor do inimigo. É um traidor no exército do Deus vivo!

Tenhamos os nossos pés calçados com a preparação do evangelho da paz. Tratemos de saber o que estamos fazendo. O referido profissionalismo acha-se entre os liberais, e também entre os evangélicos. Alguns fingem, apresentando um artificial brilho e entusiasmo, uma espécie de "cristianismo muscular". Os que procedem assim estão se amoldando a um modelo. Não estão tendo entendimento, e revelam uma incapacidade de entender o profundo caráter da vida cristã. E há outros, às vezes jovens, que tentam parecer puritanos, como se vivessem há trezentos anos, e que falam na linguagem dos puritanos. Isso é igualmente mau. Vestir um casaco ou uma máscara ou agir por puro profissional ismo, é exatamente o oposto do que o apóstolo nos exorta a fazer.

Todas essas coisas são apenas manifestações daquele "estar em paz em Sião" enquanto uma tremenda batalha está sendo travada. Um cristianismo respeitável ou formal num tempo como este é inútil. É por isso que a Igreja está decaindo e exibindo nada mais do que um cristianismo respeitável, "Moralidade com um toque de emoção", como Matthew Arnold o descreveu, sem nenhum valor. Não me surpreende o fato de que o estado em que se acha a Igreja é o que é. Falta entendimento espiritual, ou, para usar a figura do apostolo, os pés estão pesadamente calçados com meras tradições e culto formal. Não há nada daquela mobilidade e agilidade que são essenciais numa época como esta.

A Igreja atual tem muita semelhança com Davi vestido com a armadura de Saul. Golias desafia Israel com sua armadura, sua lança e sua espada; e Israel se abala e treme, e não sabe o que fazer. Todos estão morrendo de medo deste homem que matou tantos. Então Davi, jovem, simples pastor, chega ao acampamento israelita, e, movido pelo Espírito de Deus, apresenta-se para responder ao desafio de Golias. Saul e os seus companheiros, sem os pés "calçados com a preparação do evangelho da paz", e pensando na velha terminologia em vez de pensarem espiritualmente, dizem: "Ele parece convencido de que poderá fazê-lo; vamos buscar a armadura de Saul e colocá-la nele". Acreditavam que a única maneira pela qual alguém poderia pelejar com Golias era com a armadura de Saul. Por isso a colocaram nele. Mas Davi percebeu logo que se fosse vestindo aquela armadura, seria morto. Mal podia mover-se, a armadura era pesada demais e grande demais para ele. E assim livrou-se dela. "Não vou conseguir lutar usando a armadura de Saul", disse ele; "tenho que usar o meu método de combate e, em nome do Deus vivo, é o que vou fazer." Pode-se dizer que Davi percebeu a importância de estar "calça¬do com a preparação do evangelho da paz". Ele queria ter mobilidade, e ser capaz de mover-se rapidamente e responder e reagir a cada movimento de Golias.

O que quero dizer é que os cristãos muitas vezes entram em dificuldade porque tentam lutar nesta batalha de um modo do qual não são capazes. Por exemplo, com freqüência encontro cristãos em dificuldade e dizendo: "Fiz um péssimo papel outro dia, numa discussão com algumas pessoas acerca de religião; realmente sinto que causei mais mal do que bem". "Bem", eu dizia, "que é que vocês estavam discutindo?" Eles me contavam que estavam discutindo o evolucionismo ou alguma outra questão de natureza científica. "Digam-me", dizia eu, "vocês receberam instrução e treinamento científicos?" "Ah, não", respondiam. "Muito bem", eu perguntava, "por que vocês entraram nesse tipo de discussão?" Não deviam fazer isso. Davi recusou-se a lutar usando a armadura de Saul. Se vocês não conhecem o assunto, não digam nada; ou digam: "Não sei". Guardem a batalha para aquilo que vocês conhecem. Insistam sempre em ter o controle sobre o lugar onde a batalha será travada. Não permitam que os seus amigos vistam vocês com a armadura de Saul. O dever de vocês é fazer aquilo de que são capazes. Tirem a sua funda e as suas pedras, e use essas coisas. Não tentem fazer algo que está além das suas forças.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Muito reflexivo!!

Para que Sua Vida Não Desmorone

Postado em Vida Prática em 28/08/2010 por Roberto Aguiar

Jesus disse:

“Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha. E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína”

(Mateus 7.24-27)

Naturalmente existem muitos argumentos em favor da areia. A praia é bonita, a paisagem é maravilhosa, dali vê-se o pôr-do-sol. Construindo na areia, é possível poupar muitos esforços e sacrifícios, tempo e dinheiro, pois não se precisa tanto material para construir na praia como se precisaria para construir sobre a rocha, talvez em terreno acidentado. É mais difícil construir uma casa sobre a rocha. Todo o material de construção precisa ser levado até o alto, e é fato conhecido que lançar um fundamento em uma rocha dura é bem mais complicado que na areia.

Muitos constroem a casa de suas vidas sobre a “areia” deste mundo. Tudo parece maravilhoso, as mais radiantes perspectivas delineiam-se diante dos olhos e segue-se “pelo caminho do menor esforço”. Almeja-se uma vida agradável com alegrias e prazeres. Missões e organizações fundamentadas na Bíblias só atrapalham e estorvam, por isso são evitadas. Parece muito mais fácil construir uma casa conforme as próprias convicções e anseios, agradando a si mesmo e tentando alcançar o que se espera da vida. Difícil é, ao menos assim parece, construir sobre Jesus Cristo, sobre a Palavra de Deus. O caminho do arrependimento é penoso, a luta contra as tentações parece insuportável, e seguir a Jesus carregando a própria cruz parece quase impossível. Mas, para quem escolhe a areia, a queda já está programada e será infinitamente profunda. Quando vêm as tempestades da vida, a velhice, o sofrimento, o medo e a morte, chega também o desespero e toda a aparente segurança desmorona.

A Bíblia nos ensina que todas as coisas deste mundo passarão, que tudo o que é do homem se assemelha à palha que o vento espalha. Mesmo países e impérios poderosos não perdurarão. Nada, absolutamente nada do que for construído sem Jesus terá valor permanente, tudo é efêmero e passageiro. Mas quem constrói sua vida sobre Jesus de uma maneira consciente, estará construindo sobre fundamento sólido, com seus pilares alicerçados na eternidade, fundamentados em Deus. Na vida da pessoa que constrói sobre a rocha, as alegrias não estão baseadas na aprovação dos homens, que já levou muitos à ruína. Verdadeira alegria e esperança real fundamentam-se no Senhor, em Sua obra consumada na cruz do Calvário, no perdão recebido ali e no dom da vida eterna. E então, quando o sofrimento e a dor baterem à porta, podemos ficar firmes e inabaláveis, pois o Senhor nos segura. Ele nos protege e jamais nos abandona. A Bíblia diz que nada pode nos separar de Seu amor e de Seu cuidado, que o Senhor nos guarda e no final nos receberá em Seu reino inabalável e eterno. Quem constrói sobre Jesus permanece por toda a eternidade!

Norbert Lieth